segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010

1 mês de Mel

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Já faz 1 mês que a Mel está cá em casa. Ainda não se conseguiu habituar que a noite é para dormir e ainda anda a sonecar por aqui e por ali para ver o sítio que mais lhe agrada. Adora comida de salmão, gosta de derrubar tudo por onde passa e ainda não consegue abrir portas. Ontem roubou uma grande coxa de frango da cozinha. Com o tempo tudo irá ao lugar.

domingo, 7 de Fevereiro de 2010

é mais bolos

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Bolos e arrumações.
Fui ao cinema ver isto e achei que podia bem ter visto num domingo à tarde no sofá e ter adormecido um bocado a meio e visto o fim que era igualmente feliz.
Tenho tantas saudades do Verão que me apetece fazer a mala e emigrar para um país tropical. Agorinha.

terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010

obrigada a pedro e inês

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Pedro tinha de se casar com Constança porque a família assim queria. Ele apaixonou-se pela aia (a empregada), a Inês. O pai de Pedro não aceitava que o seu Pedrito casasse com uma aia e mandou-a exillar em Castela. Casou à mesma com Constança que lhe deu vários rebentos e acabou por morrer a dar à luz a um deles. Pedro ficou tão tão trite que mandou vir Inês a correr do exílio. Deu meia dúzia de desculpas ao pai rei para não se voltar a casar e viveu feliz com o seu amor. Teve vários filhos seus. Como quem não quer nada. O povo não gostava. O pai rei muto menos. Ainda por cima haviam boatos que se conspirava para matarem o filho varão da Constança para que os filhos de Inês se tornassem herdeiros. E como as coisas se faziam à séria naquela altura, mandou três homens para a matarem. Sabe deus para que eram precisos três. Pedro ficou tão irado que logo que subiu ao trono, perseguiu os assassinos e mandou-os executar. E como o grande amor se faz de grandes actos, mandou coroar Inês, mesmo depois de morta e diz-se até que terá obrigado os súbitos a beijaram-llhe a mão. E finalmente mandou construir dois túmulos no Mosteiro de Alcobaça, um para si e outro para a sua Inês, de frente um para o outro, para a eternidade, criando uma das maiores histórias de amor romântico de sempre.

Mas quanto tempo terá demorado para Inês deixar a sua escova de dentes em casa de Pedro? Quanto tempo terá Pedro demorado para lhe ligar depois do primeiro beijo? Quantos sms's de poesia são precisos para chegar aos calcanhares destes dois? Com histórias destas se boicotam os romances de toda a eternidade.

domingo, 31 de Janeiro de 2010

embrulha

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Entrei no provador, tirei primeiro o casacão verde, os ténis altos, as calças quentinhas, depois as três camisolas de lã e as meias de lá até ao joelho. Depois experimentei um vestido colorido de alças, livre, leve e solto e umas calças de verão. Comprei ambos. Embrulha tu S.Pedro.

sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

os iogurtes

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Quando era miuda havia iogurtes de morango, de banana e tutti frutti. Se havia mais não me lembro. Nunca fui grande fã de iogurtes. Um dia por semana havia iogurte ao lanche na escola e eu era daquelas que ia à cozinha trocá-lo pelo meu pãozinho com manteiga. Não interessa.
Depois vieram os muitos sabores: o pêssego, a maçã, a pêra, ameixa, kiwi, manga, abacate e por aí além. Depois vieram os combinados. Um sucesso: os iogurtes com cereais, com frutos secos e aqueles famosos da Adagio, que nunca mais vi e deixaram saudades, que traziam mel e nozes. Depois acabaram-se os sabores. Esgotaram-se as frutas e as combinações. Foi quando os iogurtes começaram a ser essenciais para a saúde: fazem milagres pelo foro intestinal, trazem vitaminas indispensáveis ao crescimento e são uma refeição mais do que necessária para as meninas que andam sempre de dieta. Aconteceu alguma coisa parecida com os shampoos: agora têm umas vitaminas com nomes cheios de vogais que fazem o nosso cabelo mehor que o do Sansão. para além de forte ainda é brilhante.
Por fim há aquele dia em que entro no super mercado, e a imagem do iogurte está 80%tapada com um rectângulo que diz 1.60€. A crise chateia-nos a todos. Chateia-me o telejornal, chateia-me a inflação, chateia-me o desemprego, e todos os efeitos devastantes da crise na vida das pessoas. E fico contente que o iogurte custe menos 5 cêntimos que ontem , porque a minha conta bancária não é infalível a nenhum processo económico globalizado. Mas como cereja no topo do bolo, chateia-me que a criatividade tenha sido posta na borda do prato, que já não haja sabores novos de iogurte, que já não façam bem à saúde, que já nem se vejam no anúncio. Já não deve ser preciso grande processo de brainstorming: custam 5 cêntimos a menos.

ps: a imagem não tem não está relacionada co o texto. eu sei.

quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010

ler bem devagar

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Ler Devagar na LxFactory

domingo, 24 de Janeiro de 2010

happy birthday to you

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